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ARTIGOS SUGERIDOS



“Urbanização colonial na América Latina: cidade planejada versus desleixo e caos” (1999)
Betina Schurmann

Uma análise comparativa dos processos de urbanização colonial português e espanhol na América evidencia que, ao contrário do que se repetiu durante décadas, a diferença mais importante não está no traçado de suas vilas e cidades; ambas produziram cidades espontâneas, que surgiram do nada e se desenvolveram dispersas, como também ambas tiveram cidades planejadas antes da fundação ou reformuladas posteriormente. A polêmica sobre a inexistência de planejamento nas vilas e nas cidades do Brasil deve ser revista: não se trata de cidades portuguesas desleixadas, caóticas ou medievais versus cidades espanholas planejadas, mas sim de uma diferença no dinamismo da economia colonial, o português centrado no campo e o espanhol na cidade. 

Leia o artigo completo em
Textos de História (UNB) vol 1/2, 1999
http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/11861/1/ARTIGO_UrbanizacaoColonialAmericaLatina.pdf.
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“Cidades novas planejadas no Brasil da primeira metade do século XX - traço de engenheiro, urbanismo acadêmico” (2012)
Renato Leão Rego

O resultado desta análise morfológica mostra que o formato destas cidades novas é predominantemente regular, com uma disposição simétrica dos elementos urbanos, reafirmando sua carga estética. Assim aparecem ruas e avenidas convergentes, culminando em uma praça de formato peculiar, por vezes arrematada por uma edificação, notadamente a da igreja; eventualmente se configura a estrutura de um potente centro cívico; ou aparecem praças regulares e idênticas, dispostas simetricamente. De toda sorte, há grandiosidade nestes pequenos projetos urbanos, embora tenham acabado quase sempre ocupados por construções simplórias, sem a mesma veleidade estética informada no plano da cidade, o que certamente contribuiu para a atual imagem urbana, bastante monótona e quase sempre indistinta. 

Leia o artigo completo em
Vitruvius/arquitextos 145.03, ano 13, jun 2012
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/13.145/4341 
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Ressonâncias do Tipo Cidade-Jardim no Urbanismo de Cidades Novas no Brasil (2012)
Carlos Roberto Monteiro de Andrade 

Na historiografia do urbanismo no Brasil são ainda reduzidos os trabalhos que têm como objeto a rica e diversificada experiência, que se verificou desde o advento da República, de construção de cidades novas a partir de uma tabula rasa. Essa pouca atenção dos historiadores das cidades brasileiras para com uma cultura de fundação de cidades novas planejadas causa estranheza exatamente pela relevância e importância – tanto quantitativa, pelo número de cidades novas criadas, quanto qualitativa, do ponto de vista do seu urbanismo – dessas múltiplas realizações ex-novo que marcaram a história da cidade moderna no Brasil. No texto que segue destacaremos as ressonâncias do ideário "garden city" no urbanismo de algumas cidades novas planejadas no Brasil no período que vai da construção de Goiânia a Brasília, procurando analisar também as cidades novas planejadas não capitais.


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O desenho urbano de Maringá e a idéia de cidade-jardim (Outubro 2001)
Renato Leão Rego

Muita gente se refere à Maringá, Estado do Paraná, como uma cidade-jardim ou, quando menos, como uma cidade relacionada a este tipo urbano. Até que ponto é válida esta afirmação? Que referências à cidade-jardim percebemos de fato em Maringá? Que procedimentos projetuais aproximaram estas duas formas urbanas? O objetivo deste trabalho é analisar a forma urbana de Maringá à luz dos princípios para a ‘cidade do amanhã’ estabelecidos por Ebenezer Howard (1996) na virada do século XIX e formalizados por Raymond Unwin (1984) e seu sócio Richard Barry Parker no início do século XX, no projeto das cidades-jardins inglesas de Letchworth e Hampstead, para então podermos esclarecer a questão proposta.

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Acta Scientiarum UEM v. 23
http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ActaSciTechnol/article/view/2801/1853 
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Goiânia e Angélica: Duas cidades modernas no centro-oeste (Agosto 2016)
Eline Maria Moura Pereira Caixeta e Ângelo Arruda 

"Planejada inicialmente para 50.000 habitantes, assumindo a condição de capital do Estado de Goiás e cidade que romperia as barreiras da “marcha para oeste” proposta por Getúlio Vargas, Goiânia hoje possui cerca de um milhão e quatrocentos mil habitantes, consolidando-se como centro urbano de referência regional.

Projetada por Attílio Corrêa Lima, de 1933 a 1935, e na sequência, por Armando Augusto de Godoy, de 1936 a 1938, a cidade teve como base de sustentação uma “proposta urbana pendular”, apoiada “tanto nas formulações do movimento City Beautiful e da escola francesa de ‘Urbanismo Científico’ quanto no ideal inglês de Cidade Jardim, na variante do subúrbio norte-americano”". 

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Going for the Gold: The Economics of the Olympics (Primavera 2016)
Robert A. Baade and Victor A. Matheson

In this paper, we explore the costs and benefits of hosting the Olympic Games. On the cost side, there are three major categories: general infrastructure such as transportation and housing to accommodate athletes and fans; specific sports infrastructure required for competition venues; and operational costs, including general administration as well as the opening and closing ceremony and security. Three major categories of benefits also exist: the short-run benefits of tourist spending during the Games; the long-run benefits or the “Olympic legacy” which might include improvements in infrastructure and increased trade, foreign investment, or tourism after the Games; and intangible benefits such as the “feel-good effect” or civic pride.

Each of these costs and benefits will be addressed in turn, but the overwhelming conclusion is that in most cases the Olympics are a money-losing proposition for host cities; they result in positive net benefits only under very specific and unusual circumstances. Furthermore, the cost–benefit proposition is worse for cities in developing countries than for those in the industrialized world. In closing, we discuss why what looks like an increasingly poor investment decision on the part of cities still receives significant bidding interest and whether changes in the bidding process of the International Olympic Committee (IOC) will improve outcomes for potential hosts.

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Journal of Economic Perspectives 
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The truth about property developers: how they are exploiting planning authorities and ruining our cities (Setembro 2014)
Oliver Wainwright

 “The principal reason can be traced to the fact that awarding planning permission in the UK comes down to a Faustian pact. If the devil is in the detail, then the detail is Section 106 of the Town and Country Planning Act 1990, a clause which formalised “planning gain”, making it in the local authorities’ interests to allow schemes to balloon beyond all reason, in the hope of creaming off the fat of developers’ profits for the public good."

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El montaje de una intervención 
Alfredo M Garay

(..) con este artículo , nos proponemos entusiasmar a muchas personas, que ocupando puestos de responsabilidad (públicos o privados) dudan antes de impulsar o apoyar una iniciativa que propone intervenir sobre una determinada realidad urbana, porque consideran que no tiene experiencia o que no cuentan con las herramientas para hacerlo. 


Nos proponemos por lo tanto razonar con el lector el montaje de una operación, intercalando un conjunto de reflexiones y ejemplos prácticos, con el propósito de facilitar el camino de quien se proponga llevar adelante una intervención de este tipo.

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Transferência do Direito de Construir: A Experiência de Porto Alegre, Brasil (Working Paper, 2013)
Néia Uzon

(..) A experiência aqui relatada, de aquisições de imóveis para a execução da 3ª Avenida Perimetral de Porto Alegre, utilizando em larga escala o instrumento da Transferência do Direito de Construir, comprovou, na prática, a excelência do instrumento. A operação consiste em pagar a desapropriação1 de um lote, ou parte dele, apenas com a “permissão de levar seu potencial construtivo para outro local”, baseado na premissa de que o valor do bem é dado principalmente pela sua capacidade de receber edificação, aliado à sua localização na cidade. (..)

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Exposing the great 'poverty reduction' lie (2014)
Jason Hickel 

The received wisdom comes to us from all directions: Poverty rates are declining and extreme poverty will soon be eradicated. The World Bank, the governments of wealthy countries, and - most importantly - the United Nations Millennium Campaign all agree on this narrative. Relax, they tell us. The world is getting better, thanks to the spread of free market capitalism and western aid. Development is working, and soon, one day in the very near future, poverty will be no more.


It is a comforting story, but unfortunately it is just not true. Poverty is not disappearing as quickly as they say. In fact, according to some measures, poverty has been getting significantly worse. If we are to be serious about eradicating poverty, we need to cut through the sugarcoating and face up to some hard facts.


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Al Jazeera on line
http://www.aljazeera.com/indepth/opinion/2014/08/exposing-great-poverty-reductio-201481211590729809.html
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El debate por reformas al suelo urbano en América Latina [1] (2002) 
Carlos Morales Schechinger

Ninguna discusión seria sobre reforma urbana puede soslayar el tema de la gestión del suelo urbano, pues, como bien dice Iracheta, “él que controla el suelo controla la ciudad”[2] Es así como las sociedades, en distintas etapas de su evolución, se replantean de manera insistente las reglas de dicho control y los actores involucrados debaten y luchan por reformas agrarias y urbanas que deciden, en mayor o menor medida, sobre este recurso.

En las últimas décadas del siglo XX se presenciaron, y probablemente ahora se presencien aún más, reformas al régimen de la propiedad del suelo en varias ciudades del mundo [3], fenómeno al que no escaparán las de América Latina. Los esquemas adoptados tienden a privilegiar un enfoque inclinado al mercado menos regulado del suelo urbano, a tono con el predominio de la libre competencia en la economía global. Pero, si bien la libre competencia puede representar beneficios para ciertas actividades de la sociedad mundial, en el caso específico de la gestión del suelo esto no parece resultar igual. (...)


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http://www.fcp.uncu.edu.ar/upload/morales-schechinger-2003.PDF
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Globalización, grandes proyectos y privatización de la gestión urbana (Fev 2005) 
Mario Lungo 

Queremos concluir este trabajo partiendo de esta afirmación: la concepción acrítica que mira a los grandes proyectos urbanos conducidos por el sector privado a través de asociaciones público-privadas, como el elemento motor del desarrollo de las ciudades, es una de las expresiones más importantes de la visión neoliberal de la gestión urbana, en la cual el papel de la institucionalidad pública y el interés general tienden a desvanecerse en función de los intereses privados bajo el manto de la necesidad de incrementar la competitividad de las ciudades exigida por la globalización. Lo anterior no invalida la necesidad de pensar, dada la creciente complejidad de los fenómenos urbanos, en impulsar intervenciones urbanas de gran dimensión de distinto tipo, pero que efectivamente generen ciudades más justas y equitativas. Este es uno de los desafíos centrales de la gestión urbana en el momento actual. 

(...)
Los grandes proyectos urbanos, precisamente por sus características principales: su complejidad y su escala, pueden contribuir tanto a la privatización como a la recuperación de la esencia pública de la gestión urbana. Pensarlos aisladamente refuerza la primera y negativa tendencia.

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Mundo Urbano (Universidade Nacional de Quilmes)
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Programas de regularización y formación de las plusvalías en las urbanizaciones informales
Antônio Augusto Veríssimo 

"El presente trabajo busca demostrar como los programas públicos de regularización de asentamientos informales producen efectos sobre la formación de los precios en el mercado informal de suelo urbano, promoviendo una transferencia de recursos públicos hacia las manos de parceladores piratas al anticipar la expectativa de valorización futura en el precio de venta de la tierra, resultante del anuncio de inversiones públicas – plusvalías. Por otro lado, potencian a esos mercados informales de suelo como circuitos, de cierta forma “privilegiados”, de acceso de los pobres a la ciudad formal. Utilizando el concepto de las lógicas de mediación del acceso al suelo urbano, se construyen representaciones gráficas de estos circuitos de inserción; los mismos de la formación de las plusvalías que serán transferidas a los promotores informales.

Conocidas las lógicas y sus efectos, se busca también identificar las alternativas para una acción gubernamental que disminuya los efectos perversos de los programas de regularización vigentes. Señala, además, alternativas para la oferta de suelo urbano formal para producción de vivienda dirigida a la población que en estos momentos se encuentra rehén de este tipo de oferta informal."



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Bolívar, Teolinda e Espinosa, Jaime Erazo (Coords.) Dimensiones del hábitat popular latino-americano. Quito: CrearImagen, 2012, pp. 45-65


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Mega-projects in New York, London and Amsterdam [2009]
Susan S. Fainstein

"Recently we have witnessed the mounting of very large development projects (mega-projects) in European and American cities. There is a striking physical similarity among the schemes and also a convergence embodied in private-sector involvement and market orientation. They differ, however, as to whether they provide affordable units and tie together physical and social goals. This article investigates new mega-projects in New York, London, and Amsterdam. The dissimilarities among them indicate the extent of variability in contemporary property capitalism. The comparison shows that public-private partnerships can provide public benefits, but also shows that these large projects are risky for both public and private participants, must primarily be oriented toward profitability, and produce a landscape that does not encourage urbanity. Whether the gains from increased competitiveness are spread throughout the society depends on the size of the direct governmental commitment to public benefits. This is greatest in the Netherlands, where the welfare state, albeit shrunken, lives on; it is least in the United States, where the small size of national expenditures on housing and social welfare means that low-income people must depend almost wholly on trickle-down effects to gain from new development."

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Informe sobre el derribo del viaducto perimetral del puerto de Rio de Janeiro - La relación entre infraestructuras, espacio público y gestión urbana
Manuel Herce Vallejo

"Dentro de la operación de recuperación del espacio portuario del dique de Gamboa para construir un nuevo barrio de la ciudad (el Porto Maravilha) que está llevando a cabo la prefectura de Rio de Janeiro, está previsto el derribo de un viaducto que separa la ciudad de los galpones del muelle.

Esa necesaria operación ha sido contestada por amplios sectores de la ciudad, temerosos de que la desaparición del viaducto afecte a la circulación de vehículos entre las zonas sur y norte de la ciudad, a pesar de que será sustituido por un túnel actualmente en construcción.

Como consecuencia de ello, el Ministerio Púbico abrió un proceso aclaratorio de la actuación de la prefectura, quien, entre otras cosas, aportó el informe que se acompaña sobre la necesidad de ese derribo para poder alcanzar el éxito de la operación de renovación.

El autor quiere dejar constancia de que su apoyo al citado derribo no significa estar de acuerdo con otros muchos aspectos de la operación urbanística, cuyo análisis crítico está por hacer."

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Impacts of Regulations on Undeveloped Land Prices - A Case study of Bogotá
Oscar Borrero Ochoa and Carlos Morales Schechinger 

"Latin American stakeholders are (…) skeptical (if not cynical) about any land policies that impose new charges, including new laws and the implementation of existing ones. This subject generates intense debate throughout the region for three reasons: 1) ignorance —architects, who are largely responsible for urban planning in the region, generally have little or no training in economics, and even economists working in fiscal policy may not differentiate the economic behavior of land taxes from other types of taxes; 2) ideology —right-wing politicians prefer deregulated markets, including land markets, but, paradoxically, left-wing politicians also favor deregulating the production of social housing for different reasons, but with similar effects; and 3) interest —landowners and land-holding developers seeking higher short-run gains versus Lower yet more stable and sustainable profits resist extra costs, scaring consumers with an increase in Prices and threatening politicians with an eventual collapse of business."

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Land Lines - outubro de 2007
https://www.lincolninst.edu/pubs/download-thankyou.asp?doc_id=588
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Puerto Madero: A Critique
Alfredo Garay with Laura Wainer, Hayley Henderson, and Demian Rotbart

“The original objectives of the project—to stimulate economic activity, affirm the role of the city center, contribute to the reversal of undesirable development patterns, and improve living conditions—have arguably been met. Puerto Madero created jobs, stimulated the local economy, and brought higher levels of investment and complexity downtown, contributing to its supremacy and leading to improvements in the surrounding area. It created high-quality open space, enhanced the metropolitan park system, and improved the overall development pattern in Buenos Aires. However, the relaxation of quality controls, wide scope of the projects, and rapid pace of land sales at certain times reduced potential project revenues accruing to the public sector and reduced the initiative’s redistributive capacity.”


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Land Lines, julho de 2013
http://www.lincolninst.edu/pubs/2257_Puerto-Madero--A-Critique
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Del urbanismo como arte aplicado y el “planeamiento científico” a las vertientes participativas y estratégicas
Daniel Kozak,

“¿Cuál es la formación más idónea para actuar en la complejidad de las ciudades actuales? La respuesta pareciera que no reside en un único perfil, sino en una suma de saberes complementados que sólo pueden ser reunidos en equipos multidisciplinares. Por eso es positivo que las escuelas de planeamiento y los cursos de especialización en estudios urbanos ofrezcan diferentes enfoques y se acreciente cada vez más la oferta de programas abiertos por las universidades. Animar la diversidad de formaciones para promover la mayor pluralidad de perspectivas en uno de los campos de actuación más amplios, diversos y complejos por definición: las ciudades y regiones urbanas contemporáneas.”


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Café de las Ciudades, Julho 2013
http://www.cafedelasciudades.com.ar/planes_129.htm